quarta-feira, 7 de março de 2012

"Vamos precisar de cinco planetas Terra", diz Sha Zukang

Por Lucianne Carneiro (lucianne.carneiro@oglobo.com.br | Agência O Globo – seg, 5 de mar de 2012
Se países como Brasil, China e Índia resolverem copiar o estilo de vida dos países ricos, a conta não fecha. Seriam necessários cinco planetas Terra para atender a tamanha demanda. O diagnóstico foi feito pelo chinês Sha Zukang, secretário-geral da ONU para a Rio+20, a conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável que será realizada na cidade entre os dias 20 e 22 de junho. De passagem pelo Brasil para preparar a logística do encontro e participar de negociações com a ministra do Meio Ambiente, Izabela Teixeira, Sha deixou claro que "é urgente definir um conjunto de objetivos para garantir o sucesso da conferência". E admitiu: "Não podemos falhar".
O GLOBO: Qual é sua expectativa para a Rio + 20, já que, no fim do mês, será realizado em Nova York mais um encontro para definir o documento da conferência?
SHA ZUKANG: Em janeiro último, definimos o "rascunho zero" do documento final da Rio+20. O prazo final para entrega das propostas foi no último dia 29 de fevereiro, mas ainda estamos esperando algumas contribuições. Só depois que recebermos todas as propostas dos países é que vamos começar as negociações. Estamos tendo muitas dificuldades nessas reuniões preparatórias. Está bem difícil chegar a um acordo. Depois de todas as reuniões preparatórias, teremos apenas 15 dias para fechar as negociações. A restrição de tempo é uma das nossas maiores dificuldades.
O GLOBO: O senhor acredita que a crise financeira internacional também é um empecilho?
SHA: Sem dúvida a situação internacional não é muito favorável, até porque ela está atingindo os países ricos. E são justamente esses países os que têm mais responsabilidades na discussão climática. E para piorar ainda mais a situação, esses países estão, nesse momento, preocupados com as eleições nos seus próprios países. E são justamente os países da zona do euro os maiores doadores. E como a transição para uma economia de baixo carbono necessita de recursos financeiros, temos um problema, porque os países que são grandes doadores estão em crise financeira. Tudo isso está dificultando bastante as negociações. Ainda assim, estou confiante.
O GLOBO: A situação do mundo do ponto de vista ambiental está se agravando?
SHA: Temos que reconhecer que a situação é urgente, até porque muitas das decisões tomadas há 20 anos, na Rio-92, ainda não foram implementadas. E, nessas duas últimas décadas, a situação só piorou, tanto do ponto de vista da produção como do ponto de vista do consumo. O atual padrão de produção e consumo não pode continuar. É uma questão de sobrevivência da humanidade. Se todos os países emergentes, como Brasil, China e Índia, por exemplo, decidirem copiar o estilo de vida dos países desenvolvidos, seria necessários cinco planetas Terra para atender a todo esses aumento de demanda. Hoje, temos sete bilhões de pessoas no mundo; em 2050, seremos nove bilhões. Os recursos naturais estão dando sinais de escassez, enquanto a população mundial não para de crescer. E ainda precisamos erradicar a pobreza no mundo.
O GLOBO: Logo, o que o senhor está dizendo, é que a conta não está fechando?
SHA: Existe uma grande responsabilidade. Vejo a Rio + 20 como uma chance histórica de cuidar do desenvolvimento sustentável. Em vez de olharmos como uma questão de países desenvolvidos ou em desenvolvimento, é um tema que une toda a humanidade. Não podemos falhar, temos que ter sucesso.
O GLOBO: Qual é o papel do Brasil nesse contexto?
SHA: O Brasil é um líder, e não digo isso apenas para agradar ao país anfitrião. É um país grande, com influência regional e global. E fez um trabalho tremendo em integrar os três pilares: social, econômico e ambiental. Há ótimas experiências em erradicação de pobreza sob a gestão do presidente Lula e do atual governo.
O GLOBO: O que se espera do resultado da Rio + 20?
SHA: Devemos ser ambiciosos e muito práticos. Precisamos de objetivos. Claro que teremos palavras ao negociar, mas precisamos é de ação. A economia verde é o principal tema. Precisamos de um plano amplo, com etapas, opções de políticas e um conjunto de boas práticas. Também é interessante uma espécie de leve responsabilidade e um fórum que possa rever e acompanhar o que estiver em curso. É preciso de objetivos para medir quanto progresso estamos fazendo. Um conjunto de objetivos é absolutamente necessário. Outro ponto importante é o arcabouço institucional. Algumas propostas defendem uma espécie de conselho de desenvolvimento sustentável ou uma comissão.
O GLOBO: Por que a mudança climática não está na agenda da Rio +20?
SHA: Mudança climática é um tema sustentável. Quaisquer resultados que tenhamos vão certamente facilitar a questão da mudança climática e temos como o uso eficiente de energia. Tudo está relacionado. Não é verdade (que o assunto mudança climática não será tratado). Mas a Rio + 20 está tratando de um assunto muito mais amplo e maior do que a questão climática.
O GLOBO: O que é a economia verde?
SHA: Temos um debate sobre a definição (do que é economia verde). Não há uma definição clara. Pessoas diferentes têm visões diferentes. Mas certamente concordamos que (economia verde) não é um substituto para desenvolvimento sustentável, não deve levar ao protecionismo nem gerar condicionalidades para ajudas. A economia verde pode permitir a criação de postos de trabalho e tem o potencial de integrar os três pilares: econômico, social e ambiental. Mas a verdade é que atualmente muitos países praticam a economia verde. No meu país (China), fizemos uma legislação específica. Até países africanos são exemplos.
O GLOBO: Diante da atual situação internacional, podemos esperar que países doadores e instituições internacionais abram seus cofres?
SHA: A questão financeira é crítica para os países em desenvolvimento. Por que temos uma conferência sobre desenvolvimento sustentável? Porque não há sustentabilidade. Os países em desenvolvimento são o que podemos chamar de vítimas. Não estou culpando ninguém, mas nosso passado de desenvolvimento nos últimos 400 anos criou os problemas que enfrentamos hoje. Países em desenvolvimento não foram responsáveis por isso, eles estavam ocupados demais em encher seus estômagos. Já os países desenvolvidos têm responsabilidade de cumprir os compromissos já feitos, senão vão perder credibilidade. É por isso que dou ênfase à palavra implementação. Foi feito um compromisso há 20 anos. Não precisamos de mais palavras, mas de ações.
O GLOBO: Mas como esperar doações quando os países desenvolvidos estão em crise?
SHA: A maior parte dos países doadores está enfrentando problemas financeiros. Nós só podemos desejar que esses problemas acabem em breve ou muito rapidamente. Ficamos felizes, por exemplo, com o fato de os Estados Unidos estarem se recuperando. Mas a crise financeira é temporária, de curto prazo, enquanto o desenvolvimento sustentável é (uma questão) para o futuro, longo prazo. Não misturem. Os países desenvolvidos devem olhar à frente, com uma visão de longo prazo. Desenvolvidos ou em desenvolvimento, todos temos responsabilidades comuns. Deixe-me também enfatizar que a sustentabilidade deve ser uma responsabilidade do país. Nenhum país deve depender apenas da ajuda dos países desenvolvidos. Para alguns, alguma assistência será necessária para dar o pontapé ou acelerar o processo.
O GLOBO: Quais devem ser os pontos mais delicados do processo de negociação?
SHA: Como mencionei, o tempo deve ser a principal barreira. E há a questão da definição de economia verde, que não existe. Além disso, teremos que negociar algumas regras, que eventualmente vão restringir o comércio. Alguns objetivos podem afetar os países em desenvolvimento, que podem não ser capazes de atingir os critérios e perder mercado. Também terão que ter tecnologia, coisa que países pobres geralmente não têm. Nem possuem recursos para comprar. Essas são as preocupações. Não podemos ter objetivos ou critérios como uma fórmula que sirva para todos. O desenvolvimento sustentável deve ser apenas o começo, não um fim.
O GLOBO: O que é mais difícil para os país mudarem?
SHA: Os países desenvolvidos estão acostumados a um estilo de vida, então não é um trabalho simples mudar. Até para emergentes como China e Brasil não é fácil. O uso de energias renováveis, por exemplo, é muito bom. Vamos usar energia eólica, solar, hidrelétrica, nuclear. Mas elas são caras, quem vai pagar? Como atingir o equilíbrio entre usar a energia que vai reduzir a emissão de carbono, mas ao mesmo tempo ter energia suficiente para produzir comida? O importante, no entanto, é que transformemos desafios em oportunidades.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Terreiro legalizado traz tranquilidade a todos os médiuns

Agefis - Agência de Fiscalização do Distrito Federal fecha 10 terreiros de Umbanda e Candomblé sem documentos no DF.
Sem alvará de funcionamento, eles foram fiscalizados por causa do barulho.
Presidente de entidade afirmou que locais não fazem atividade econômica.
Do G1 DF, com informações do DFTV

A Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) fechou dez terreiros de Umbanda e Candomblé em Planaltina nos últimos dias. Eles não tinham alvará de funcionamento e, segundo o órgão, foram fiscalizados porque vizinhos reclamaram do barulho.
Após ser notificado duas vezes, o terreiro de Mãe Noeli de Ossanhi, em Planaltina, foi interditado em fevereiro. Os atabaques estão cobertos e não podem ser tocados. O documento entregue pela Agefis diz que o local exerce atividade econômica sem alvará de funcionamento.
Segundo a Central das Religiões de Matriz Africana do DF, a Afrocom, existem em Planaltina mais de cem terreiros de candomblé e umbanda e pelo menos dez foram notificados. A presidente, Mãe Neuza de Souza, ficou incomodada com a classificação dos templos como locais de atividade econômica. “Não fazem atividade econômica, são filantrópicos”, afirmou.
A Agefis informou que a lei distrital de licença de funcionamento, de 2009, classifica os templos religiosos como exercício de atividade econômica. Por isso, eles também precisam de alvará de funcionamento.
Terreiros que não apresentarem o documento serão fechados. Pais e mães de santo reclamam da dificuldade para conseguir a documentação. A Administração Regional de Planaltina não estaria mais expedindo o alvará. O administrador diz que o documento só é emitido se for apresentado também o habite-se, que muitos imóveis não têm.

A notícia acima nos traz a preocupação com as comunidades destes terreiros, médiuns e assistência que não terão como professar a sua fé, assim para evitar que isso também aconteça em Curitiba, escrevemos o texto abaixo, servindo como um alerta a Pais e Mães de Santo. 

Na capital do estado, e acreditamos que na maior parte dos municípios do PR, para o funcionamento legalizado dos templos religiosos, embora a Constituição Federal, garanta a mais ampla liberdade de culto, é necessária a manifestação de três órgãos:
1 - Prefeitura Municipal, onde se retira o Alvará de Funcionamento.
2 - Secretaria Municipal de Meio Ambiente, onde se retira a licença de funcionamento em função da atividade sonora gerada.
3 - Vistoria do Corpo de Bombeiros, em função do afluxo de público.

Em todas essas situações é necessário solicitar a imunidade tributária inerente aos templos religiosos, independentemente de onde funcionem, uma vez que, segundo a Constituição Federal cabe ao poder público proteger os locais de culto e não criar nenhum embaraço para o seu funcionamento.

Para complementar o processo, os dirigentes podem criar uma associação, com estatuto social (solicite o modelo simplificado) e a cada período de tempo realizar eleições, de diretorias-executivas e conselhos fiscais, criando as condições dos terreiros poderem arrecadar mensalidades de seus associados e realizar campanhas beneficentes, internas e externas, inclusive, junto com os órgãos públicos de assistência social.

A FUEP está gestionando junto à Procuradoria do Município a imunidade tributária como regra e não como excessão, uma vez que a Prefeitura Municipal de Curitiba têm dificultado a imunidade, exigindo, em alguns casos, documentos que os terreiros não possuem. 

Acredito que seja essencial regularizar os terreiros e templos para que possamos ter a tranquilidade de bater os nossos atabaques e cantar os nosso pontos.

Segundo a Diretoria Jurídica da FUEP, as etapas que devem ser seguidas são as seguintes:

1 - Convoque uma Assembléia Geral com a participação de todos os associados, aprove um Estatuto Social e eleja uma diretoria, registre-os em Cartório de Registro de Titulos e Documentos e Registro Civil das Pessoas Jurídicas.

2 - Procure o setor de Alvarás de Funcionamento da Prefeitura Municipal e solicite o Alvará e o CNPJ (no caso de Curitiba é simultâneo).

3 - Na Secretaria de Meio-Ambiente solicite a licença ambiental para funcionamento.

4 - Solicite a vistoria do Corpo de Bombeiros.

Após a obtenção dos documentos, exiba-os logo na entrada do terreiro, como forma de preservar a sua casa.


sábado, 11 de fevereiro de 2012

Pesquisa revela poder da energia liberada pelas mãos


Energia liberada pelas mãos consegue curar malefícios, afirma pesquisa da USP

Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o espiritismo, que pratica o chamado “passe”.

Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.

Segundo o cientista, durante seu mestrado foi investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou.

A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.

As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.”

Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress.

O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre deste ano. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril do ano que vem.

Regis Mesquita
Campinas - SP 
http://www.tvphipnose.com.br/

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

FELIZ 2012 UMBANDISTAS

Quatro velas estavam queimando ruidosamente, 
calmamente. 
O ambiente estava tão silencioso que podia-se ouvir o diálogo que travavam. 
A primeira vela disse: 

- Eu sou a Paz ! Apesar de minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar. E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente. 

A segunda vela disse: 

- Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua. As pessoas não querem saber de mim. Não faz sentido continuar queimando. Ao terminar sua fala, um vento levemente bateu sobre ela, e esta se apagou. 

Baixinho e triste a terceira vela se manifestou: 

- Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar esquecem-se até daqueles à sua volta que lhes amam. E sem esperar apagou-se. 

De repente... Entrou uma criança e viu as três velas apagadas. 

- Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim. 

Dizendo isso começou a chorar. 

Então a quarta vela falou: 

- Não tenha medo criança. Enquanto eu queimar, podemos acender as outras velas. Eu sou a Esperança. 

A criança com os olhos brilhantes, pegou a vela que restava e acendeu todas as outras... 

ESPERO QUE A VELA DA ESPERANÇA NUNCA SE APAGUE DENTRO DE VOCÊ!


A FUEP esta cada dia mais fortalecendo e lutando pela Umbanda no Paraná, vamos todos vestir essa camisa e lutar juntos.

Estamos pela Umbanda por cada Terreiro e não por si só, uma federação é para todos e a FUEP vem provando isso cada dia mais.


Seja Umbandista de Carteirinha!filie-se a FUEP e ajude a lutar pela Umbanda!


Levando ao Mundo Inteiro a Bandeira de Oxalá


Feliz 2012!
FUEP



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A nossa unidade é a nossa força

A nossa unidade é a nossa força
*Por Paulo Tharcicio Motta Vieira

Chegamos aos 103 anos da Umbanda, realizando o 2° Festival Paranaense de Curimbas, levando mais de 2.000 pessoas ao Guairão.

No primeiro semestre, realizamos o I Seminário de Cidadania Umbandista e em seguida levamos a Umbanda do Paraná para participação no 7° Prêmio Atabaque de Ouro no RJ, tendo conquistado o troféu mais cobiçado.

Assim, o formato de dois grande eventos no ano, deverá ser mantido em 2012, no primeiro semestre o seminário e no segundo o festival de curimbas.

Desde a comemoração do centenário, em 2008, reunimos na FUEP diversos Templos Umbandistas, seus dirigentes e médiuns, e dessa forma avaliamos positivamente a primeira fase do planejamento estratégico da atual direção, que era recuperar o prestígio e a credibilidade da Federação junto á comunidade Umbandista do nosso estado e com a sociedade organizada.

Partimos agora para a segunda fase que é de estruturação e fortalecimento social da FUEP, assim estão nos objetivos para 2012 algumas metas bastante ambiciosas, que tornar-se-ão mais fáceis e possíveis á partir da participação efetiva de mais Umbandistas, desta forma queremos atingir 1.000 associados em dia com a anuidade até o final do próximo ano.

Para isso, lançamos a campanha de filiação "Sou Umbandista de Carteirinha", com o mote de associar as pessoas que acreditam na idéia de que juntos somos mais fortes, esse ao nosso ver deve ser o principal motivador dos médiuns umbandistas, além de viabilizar a sua participação nos fóruns da FUEP.

Como contrapartida do desembolso da anuidade, no valor de R$ 20,00, emitiremos a carteira de associado com validade de um ano, que permitirá a utilização dos convênios com profissionais liberais, prestadores de serviços e com o comércio em geral, que estamos realizando, de forma que os descontos oferecidos aos associados devolvam, com vantagens o valor da anuidade. Os convênios já realizados podem ser consultados no blog da FUEP.

Na volta das atividades dos Templos em 2012, teremos um calendário de visitas, que serão realizadas pelos membros da Direção, com o objetivo de estabelecer uma aproximação de mão dupla, dos Templos para a FUEP e vice-versa, além de realizar a venda da camiseta da FUEP.

Estamos viabilizando a cessão de área em município da Região Metropolitana, para a realização de trabalhos de mata e estruturação do Santuário dos Orixás.

Queremos fundar o Museu da Umbanda no Paraná, para tanto, precisamos atingir o superávit financeiro, possibilitando a compra ou locação de imóvel, embora exista também a possibilidade de cessão do poder público municipal.

Já conquistamos a utilidade pública municipal em Curitiba, estadual e agora iniciamos a regularização da FUEP para obtenção da utilidade pública federal, que nos habilitará a receber doações que poderão ser compensadas no Imposto de Renda das pessoas físicas, e a realização de bazares com produtos apreendidos pela Receita Federal.

Dessa forma chamamos todos os umbandistas e simpatizantes a encarar junto conosco essa grandiosa tarefa.

A nossa unidade é a nossa força.

Que Oxalá proporcione a todos um Feliz Natal e um excelente Novo Ano repleto de conquistas e realizações.

Axé


*Paulo Tharcicio Motta Vieira – Paulão, é o atual diretor-presidente da direção-executiva da FUEP – Federação Umbandista do Estado do Paraná e membro da corrente mediúnica do Terreiro Tio Antonio de Curitiba

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A Curimba da ASSEMA é a vencedora do 2° Festival Paranaense de Curimbas

A Curimba da ASSEMA, de Curitiba, foi classificada para representar o PR no 8° Prêmio Atabaque de Ouro, que acontecerá em 2012 no RJ, tendo sido considerada a melhor cantiga do 2° Festival Paranaense de Curimbas. "Oxalá Criador dos Caminhos", composta e interpretada brilhantemente por Lucas de Xangô, ainda levou o troféu de melhor intérprete.
Numa tarde de magia e encanto, 7 Curimbas de Terreiros de Curitiba e Região Metropolitana, 1 de Santa Catarina e 2 do RS, apresentaram as suas cantigas, transformando o Guairão numa fonte de energia contagiante, com a benção dos Orixás.
Segundo o presidente do corpo de jurados, Pai André de Xangô, foi visível o desenvolvimento geral das apresentações, com performances maravilhosas.
As torcidas pelos concorrentes deram o show a parte, e o troféu de melhor torcida foi disputado palmo a palmo pelos integrantes dos Templo Umbandista Reino de Oxalá e Mãe Maria - TUROMM e Terreiro de Umbanda Guerreiros de Oxalá, que acabou recebendo o troféu, entregue pelo representante da Secretaria de Estado da Cultura, Senhor Rodrigo Fornos.
Na coreografia, também numa disputa muito apertada, conquistaram os troféus, Templo Umbandista Reino de Oxalá e Mãe Maria - TUROMM, seguido de perto pela ASSEMA e pelo Centro Espírita Caboclo Tupinambá.
Na premiação das Curimbas, também por diferença pequena, inverteram-se as posições, ficando a ASSEMA em primeiro, seguida por TUROMM e Guerreiros de Oxalá.
O troféu de melhor intérprete, foi conquistado por Lucas de Xangô, representando a ASSEMA, ficando em 2° e 3° lugares respectivamente Maykon Kopp, representando o TUROMM e Pedro Manoel Pereira da Silva e Celso Rogério Klammer, do Caboclo Tupinambá.    
Quem não foi, perdeu um espetáculo maravilhoso, o Guairão recebeu um público de aproximadamente duas mil pessoas, que fizeram estremecer as suas estruturas com a sua presença alegre e festiva, a cada apresentação. 
Assim gostariamos de registrar aqui o nosso maior muito obrigado a todos vocês que fazem a história da Umbanda, preservando as suas tradições e ajudando a transformá-la na árvore frondosa que espalhou suas raízes pelo Brasil inteiro, conforme profetizou o Caboclo da 7 Encruzilhadas, após somente 103 anos, desde a sua primeira manifestação.
É importante registrar um agradecimento especial á Curimbas dos Terreiros que se inscreveram para o 2° Festival, e os seu dirigentes, que não só abrilhantaram o evento, mas sem os quais não haveria festival:
Terreiro de Umbanda, Pesquisa e Iniciação Zimba do Congo, de São Leopoldo, RS - Mãe Águida;
Tenda de Umbanda Filhos da Vovó Rita, de Mafra, SC - Sandra Maria Grossl e Neusa Gonçalves da Silva;
Terreiro de Umbanda Luz Divina, de Curitiba - Pai Volney;
Terreiro de Umbanda Guerreiros de Oxalá, de Curitiba - Pai Jaci;
Centro Espírita Caboclo Tupinambá, de Curitiba - Pai Bruno
Terreiro de Umbanda Ogum das Águas, de Colombo, PR - Pai Paulo
Comunidade Umbandista Filhos de Fé, de Curitiba - Mãe Andressa
ASSEMA, de Curitiba - Pai Marco
Templo Umbandista Reino de Oxalá e Mãe Maria - TUROMM, de Curitiba - Pai Hilário
Templo de Umbanda Sereia 7 Ondas, de Montenegro, RS - Mãe Nazinha.

Temos agradecer também a Curimba do Terreiro Tio Antonio de Curitiba, do Pai André, que como campeã do I Festival, não pode concorrer e fez a abertura do 2° Festival.

Mais que agradecer, temos que render nossa homenagem ao Grupo Os Encantados, parceiros de sempre da FUEP, e ao excelente grupo de intérpretes que forma o Coral Abraça Umbanda do RJ, criado e coordenado por Guaraci Coutinho, que tem entre os seus integrantes, alguns dos maiores cantores e cantoras de cantigas de Umbanda do Brasil, dentre os quais não podemos deixar de citar, os maravilhosos, Afonso de Xangô, José Carlos de Oxóssi, Mano Lopes e o rei da voz da Umbanda, Tião Casemiro.

Saravá Umbanda! Umbanda Saravá.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Faltam 7 dias: 2° Festival Paranaense de Curimbas

2° Festival Paranaense
de Curimbas

Promoção: FUEP e Templos associados e RTV Umbanda
Apoio Institucional: Secretaria de Estado da Cultura, Centro Cultural Teatro Guaíra, Rádio e Televisão Educativa do Paraná, PROVOPAR e Fundação Cultural de Curitiba.
Patrocínio: Itaipu Binacional, SEEB Curitiba e Escritório de Advocacia Passos e Lunard
Local: Teatro Guaíra - Guairão
Data: 27 de Novembro - Domingo
Horário: 15:00 horas
Atrações:
Curimba do Terreiro Tio Antonio, vencedora do 1° Festival e Campeã do 7° Atabaque de Ouro - 2011 no RJ.
Gide Ferreira com o monólogo "Suor de Preto"
Os Encantados de Curitiba
Coral Abraça a Umbanda do Rio de Janeiro
e as 10 Curimbas concorrentes

Entrada franca: Pede-se a doação de uma Lata de Leite em Pó